sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Amor platônico .

A primeira vez que esse termo foi utilizado significava um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa em vez de em seus atributos físicos (faz muito tempo). Com o tempo o amor platônico passou a ser entendido como um amor à distancia, que não se aproxima, não toca, não envolve, que não é correspondido, reveste-se de fantasia e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem defeitos, tal amor distancia-se da realidade e como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia. (Wikipédia)

Todos os adultos  ou adolescentes do mundo já tivemos ao menos um amor platônico: O aluno pela professora, a professora pelo vocalista da banda, o vocalista pela vizinha do terceiro andar, a vizinha pelo chefe casado, o chefe pela cunhada e assim por diante. Ninguém escolhe vivenciar um amor platônico, mas quando isso acontece, muitos, sem perceber, apegam-se a ele, pois é um amor idealizado, romântico, sofrido, que nos faz sentir heróicos por suportá-lo apesar de todas as dificuldades. Podemos dizer que o amor platônico consiste em amar alguém, namorar alguém, sem que esse alguém saiba que você o ama ou que é seu namorado(a), e que tudo é perfeito.



Já vi umas comunidades assim: 
"eu te amava, mas te conheci" (ai o amor acabou).


Como é possível amar alguém que não se vê, que não se conhece?

O amor é a melhor coisa da vida. Certo? E ele para ser tão bom tem que ser vivido, correspondido.

Se você tem um amor platônico por alguém e se realmente ama esse alguém, só tem um jeito: faça ele deixar de ser platônico, o amor real é um caminho para ela, ao contrario do amor platônico.


Um comentário:

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